A confiança e a inovação digital caminham lado a lado nas empresas modernas. Implantar estratégias eficazes para proteger informações é mais do que simplesmente adotar tecnologia, é uma postura essencial para sobrevivência corporativa e manutenção de reputação. Empresas de todos os tamanhos buscam respostas sólidas para ameaças cada vez mais sofisticadas. Quando se trata do ecossistema do Grupo Unicell, a experiência com proteção de dispositivos, sistemas de MDM e descarte sustentável, traz exemplos práticos de governança.
Vazamentos de dados abalam negócios e relações de confiança.
Principais riscos envolvendo dados empresariais
A exposição de informações internas pode surgir de várias fontes, e cada uma demanda atenção específica. Entender esses riscos é o primeiro passo para fortalecer barreiras.
Vazamentos e ataques cibernéticos
Segundo levantamento aponta 31,5 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos a empresas no 1º semestre de 2022 no Brasil, aumento de 94% em relação ao mesmo período do ano anterior. Essa intensidade não ocorre apenas nas grandes empresas: qualquer organização que armazene dados de clientes, projetos ou ativos está vulnerável.
Esses ataques vão desde phishing e ransomwares até fraudes mais refinadas. Muitas vezes, consequências incluem paralisação do serviço, perdas financeiras e danos à reputação.
Danificação intencional ou acidental por colaboradores
Segundo a pesquisa feita com executivos brasileiros, 79% consideram suas empresas mais expostas aos riscos do que antes. Muitas ameaças ocorrem internamente, seja por negligência ou má-fé:
- Dispositivos móveis não configurados corretamente;
- Acessos inadequados ou compartilhamento de senhas;
- Armazenamento inseguro de arquivos sensíveis;
- Descarte incorreto de equipamentos com dados residuais.
Ambientes corporativos muitas vezes falham ao acompanhar o ritmo da modernização. Entradas não autorizadas em bancos de dados ou envio de arquivos para e-mails pessoais são situações rotineiras.
Extorsão e impactos legais
Ainda de acordo com matéria especializada, 84% das empresas atacadas já pagaram resgates para tentar recuperar dados. As consequências não são apenas financeiras: vão de processos judiciais a sanções administrativas, colocando diretores e marcas em situações delicadas.
Por que políticas claras de proteção são tão relevantes?
A ausência de diretrizes estruturadas abre brechas para incidentes que poderiam ser evitados. Políticas bem elaboradas promovem padrões uniformes e facilitam a adaptação tanto de novos colaboradores quanto de fornecedores externos.
Estabelecer regras para acesso, armazenamento, descarte e transporte de dados minimiza a improvisação em situações críticas.
As diretrizes devem envolver todos: do diretor ao estagiário, do técnico ao parceiro terceirizado. Além disso, contemplam:
- Procedimentos para recuperação em caso de desastre;
- Determinados tipos de arquivos que podem ser compartilhados e com quem;
- Protocolos claros para uso de dispositivos pessoais no trabalho;
- Planos específicos para atualização de sistemas e eliminação de senhas antigas.
A conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) não é mais diferencial ― é obrigatória. Lacunas nesse processo trazem penalidades e desconfiança do mercado.
Controles de acesso, criptografia e backups: pilares da defesa
A proteção começa ao limitar quem pode manipular informações estratégicas. O processo de autenticação bem definido e o monitoramento constante impedem acessos incidentais ou premeditados.
Controles de acesso na prática
Empresas sólidas classificam dados conforme o grau de sensibilidade, criando camadas de permissão ajustadas ao cargo e função. Ferramentas que registram acessos e bloqueios, como o Unicell MDM, trazem segurança no rastreio de origens suspeitas.
- Limitação de horários para login;
- Registro detalhado de tentativas de acesso;
- Política rígida contra senhas fracas ou padrão.
Criptografia de ponta a ponta
Quando informações sigilosas trafegam criptografadas, invasores veem apenas fragmentos indecifráveis, mesmo ao interceptarem a comunicação.
E-mails, sistemas em nuvem e arquivos locais devem criar travas criptográficas robustas. Dispositivos móveis, especialmente os usados por equipes externas, ganham proteção extra com criptografia ativada por padrão.
Backups frequentes e testados
Perdas podem acontecer por eventos inesperados: falhas de hardware, ameaças naturais ou ação criminosa. Manter cópias atualizadas, isoladas do ambiente principal e testadas regularmente, é parte fundamental do ciclo de segurança.
Testar periodicamente se os backups podem ser restaurados garante que, no momento da necessidade, os arquivos estejam de fato íntegros e acessíveis.
Prevenção na rotina corporativa
Prevenir é sempre mais econômico e menos traumático do que remediar. Para tornar o dia a dia seguro, alguns procedimentos precisam ser revistos e adaptados a cada realidade.
Auditorias e revisões regulares
Auditorias independentes, internas ou externas, identificam fraquezas no sistema. Elas conferem se as rotinas estão sendo seguidas, simulam tentativas de invasão e sugerem correções antes que problemas reais surjam.
- Análise de registro de acessos e alterações;
- Testes de penetração em redes e aplicações;
- Checagem de dispositivos inativos não bloqueados ou não formatados;
- Revisão de permissões após mudanças de função ou desligamentos.
Além disso, especialistas do Grupo Unicell destacam que a automação de processos recorrentes, como atualizações e monitoramento de antivírus, reduz erros humanos e amplia a proteção.
Treinamentos para equipes
Equipes bem treinadas reagem rápido a tentativas de fraude e orientam colegas sobre comportamentos arriscados. O programa de conscientização corporativa deve ser contínuo, trazendo exemplos reais e atualizados a cada ciclo.
- Reconhecimento de mensagens de phishing;
- Atenção a pop-ups e solicitações de dados;
- Identificação imediata de apps perigosos em smartphones corporativos;
- Destaque para atualização segura de senhas.
Pequenas reações podem salvar grandes estratégias. Às vezes, um colaborador questionando um e-mail estranho evita o início de um desastre.
Gestão inteligente de dispositivos e mobilidade
Com a crescente adesão ao trabalho remoto e dispositivos BYOD (Bring Your Own Device), a administração de smartphones, tablets e notebooks tornou-se um capítulo especial na governança de dados.
O relato do Grupo Unicell mostra que, sob gestão centralizada de dispositivos, administradores conseguem bloquear acessos, rastrear atividades suspeitas e até apagar remotamente dados em situações críticas.
Soluções MDM (Mobile Device Management) permitem controlar configurações, aplicativos instalados e localização dos dispositivos sem invadir a privacidade do colaborador, mantendo os dados empresariais protegidos mesmo em campo.
- Configuração automática de políticas de segurança para novos aparelhos;
- Bloqueio imediato em caso de perda ou roubo;
- Limpeza remota de arquivos críticos;
- Suporte à mobilidade sem sacrificar a blindagem dos dados.
Essas táticas são aliadas no enfrentamento de tentativas de ataque, como mostra o artigo sobre segurança da informação corporativa. A gestão correta dos equipamentos reduz riscos de acessos indevidos e perdas em caso de extravio.
Como garantir conformidade e reduzir vulnerabilidades
A conformidade legal e regulatória vai além de atender à LGPD. Engloba normas setoriais, boas práticas internacionais e responsabilidade ambiental no tratamento de resíduos eletrônicos.
Desde a implementação de controles até o descarte certificado pela CETESB, como atua o Grupo Unicell, cada etapa do ciclo de vida deve ser mapeada e monitorada.
- Mapeamento de dados: Identificar fluxo e pontos sensíveis;
- Gestão do consentimento: Recolher e administrar autorizações de titulares;
- Revisão de contratos: Garantir que fornecedores também sigam padrões de proteção;
- Eliminação correta: Certificar-se de que dispositivos descartados não deixem rastros de dados;
- Atualização constante: Ajustar políticas conforme novas ameaças surgem.
O artigo sobre proteção de dados empresariais traz exemplos práticos de iniciativas que podem ser aplicadas por equipes administrativas e de TI em empresas de diferentes setores.
Conclusão: Dados seguros guiando a inovação
A jornada pela proteção da informação envolve disciplina, atualização constante e atenção ao detalhe. Em um cenário de ataques que só crescem, adotar controles de acesso, políticas claras e boas práticas faz a diferença não apenas nos recursos, mas na confiança dos parceiros e clientes.
O Grupo Unicell destaca-se ao mostrar que segurança não está apenas nos sistemas, mas no ciclo completo: da entrada ao descarte de cada dispositivo, passando pelo treinamento das equipes e pela atuação com responsabilidade socioambiental.
Proteger dados é proteger o futuro do próprio negócio.
Quem deseja contar com soluções robustas para a gestão de dispositivos e informações, pode conhecer mais sobre os serviços, produtos e a experiência prática do Grupo Unicell. A transformação começa pela prevenção. Os resultados vão muito além dos números: constroem empresas conectadas com a confiança dos seus clientes e da sociedade.
Perguntas frequentes sobre segurança de dados corporativos
O que é segurança de dados corporativos?
Segurança de dados corporativos é o conjunto de práticas, políticas e tecnologias usadas para proteger as informações empresariais contra acessos não autorizados, vazamentos, ataques cibernéticos e destruição acidental ou intencional. Envolve controles de acesso, criptografia, backup, treinamento de equipes e monitoramento contínuo, com o objetivo de garantir a integridade, confidencialidade e disponibilidade dos dados ao longo de todo o ciclo de vida.
Como proteger informações empresariais sensíveis?
Para proteger informações sensíveis é importante criar políticas claras, limitar acessos, adotar criptografia de ponta a ponta e realizar backups frequentes, preferencialmente testados. Também é relevante implementar sistemas de gestão de dispositivos, como MDM, para gerenciar celulares e tablets, além de promover treinamentos contínuos com todos os colaboradores. Auditorias regulares e atualização de softwares complementam essa proteção.
Quais são os maiores riscos de dados?
Os principais riscos incluem vazamento de dados devido a ataques virtuais, como ransomware e phishing, ação ou descuido de funcionários (como compartilhamento ou descarte incorreto de informações) e incidentes físicos, como perda ou roubo de dispositivos sem proteção adequada. Além disso, falhas em backups ou uso de senhas fracas aumentam muito as chances de incidentes graves.
Como implementar políticas de segurança eficazes?
Primeiro, é preciso mapear o fluxo de dados, definir quem pode acessar quais informações e documentar diretrizes claras para o uso, acesso e descarte de dados. Em seguida, é importante comunicar as regras a todos os envolvidos, treinar equipes, automatizar atualizações e auditar as rotinas regularmente para identificar falhas e oportunidades de melhoria. A participação ativa da liderança e de fornecedores estratégicos fortalece a eficiência dessas medidas.
Vale a pena investir em soluções de proteção?
Investir em soluções de proteção não só reduz perdas financeiras, como também garante a continuidade dos negócios, protege reputação e evita problemas legais. O custo de um incidente de segurança costuma ser muito maior que o investimento em prevenção, já que envolve multas, perdas de contratos e danos à confiança dos clientes. Por isso, a proteção da informação é cada vez mais vista como peça central nas estratégias empresariais.

